Domingo 22 de Outubro, 2017
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Economia

Parques Industriais
A geração de riqueza, através da criação de emprego, é uma das prioridades do actual executivo da Câmara Municipal de Monção. Com esse espirito, lançou o Pólo Industrial da Lagoa, estrutura localizada em Cortes completamente preenchida com empresas espanholas e portuguesas.

 

Com o mesmo espirito, foi constituída a sociedade “MinhoPark – Monção – Parque Empresarial do Noroeste Peninsular, SA”, entre a autarquia local e a Associação Industrial do Minho, com o objectivo de instalar no concelho, nos próximos anos, mais três parques empresarias.

 

Numa área aproximada de 100 hectares distribuídos pelas freguesias de Pinheiros, Lara, Troporiz e Mazedo nascerá o parque de maior dimensão enquanto os dois restantes serão instalados nas freguesias de Messegães (8 a 10 hectares) e em Merufe e Longos Vales (12 hectares).

 

A constituição desta sociedade revela a atenção do município neste sector e a vontade em “apanhar” o surto de desenvolvimento induzido pela Plataforma Logística e Industrial de Salvaterra – As Neves (PLISAN), potenciando o crescimento da economia local e a elevação dos níveis de empregabilidade.

 

Incentivos
A fixação de incentivos para atrair empresários ou para manter a população no seu local de origem, garantindo-lhe qualidade de vida e empregabilidade, é um argumento de peso umbilicalmente ligado ao desenvolvimento sustentado de qualquer terra.

 

Em Monção, o executivo local tem sabido munir-se desses argumentos para fortalecer o tecido empresarial do nosso concelho. Por um lado, não existe derrama e, por outro, o Imposto Municipal de Imóveis (IMI) situa-se em 3 por cento numa variável entre 2 e 5 por cento.

 

Outro factor digno de atratividade empresarial, além da privilegiada situação geográfica junto à fronteira com a Galiza, prende-se com a comercialização de lotes a preços favoráveis. Aconteceu no Pólo Empresarial da Lagoa e voltará a acontecer nas futuras áreas de expansão industrial previstas para o concelho.