Quarta-feira 24 de Maio, 2017
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Fique a conhecer melhor o Alto Minho e os dez concelhos que compõem este espaço territorial: Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte do Lima, Valença, Viana do Castelo e Vila Nova de Cerveira. Veja ainda as notícias, curiosidades, rotas turísticas, guias, informação de apoio empresarial e muito mais sobre esta região do Noroeste português.
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Património

Lista de Património Edificado em Melgaço


Igrejas

  • Igreja de Paderne
    A Igreja de Paderne localiza-se na freguesia de Paderne, concelho de Melgaço.A sua fundação é atribuída a D. Paterna, no século XI, integrante de um mosteiro feminino, comunidade a que D. Afonso Henriques passou carta de couto em 1141.No século XII passou para os Cónegos Regrantes de Santo Agostinho. Recebeu obras de reforma no século XVII e no século XVIII, que lhe alteraram janelas, altares, e os revestimentos do interior. Encontra-se classificada como Monumento Nacional desde 23 de junho de 1910. Características: Constitui-se em um templo em estilo românico, em alvenaria de pedra.
  • Igreja da Misericórdia
    A Igreja da Misericórdia de Melgaço, localiza-se em Melgaço. Foi construída no Século XIII em estilo Românico. Era chamada Igreja de Santa Maria do Campo. Ao longo dos séculos sofreu várias obras, que alteraram a sua estrutura primitiva. No século XVIII construi-se uma galilé mais tarde retirada. No interior, ao centro do arco cruzeiro, existe um emblema das armas da misericórdia.
  • Igreja de Fiães
    A Igreja de Fiães localiza-se na freguesia de Fiães, Melgaço. A igreja pertencia a um mosteiro da Ordem de Cister e foi construída na primeira metade do século XIII e reformada nos séculos XVII e XVIII na fachada e no interior das naves. A cabeceira, o portal e as paredes exteriores das naves datam da construção medieval. Na nave sul encontra-se o túmulo, do século XV, de Fernão Eanes de Lima, pai de Leonel de Lima, primeiro visconde de Vila Nova de Cerveira. Está classificada como Monumento Nacional desde 1977.
  • Igreja Românica de Chaviães
    A Igreja de Chaviães, também referida como Igreja de Santa Maria Madalena, localiza-se na freguesia de Chaviães, em Melgaço. Acredita-se que a sua construção remonte ao século XIII. Características: em estilo Românico, esses traços são mais evidentes na porta principal, onde existe uma decoração variada.
  • Igreja Matriz de Castro Laboreiro
    A Igreja Matriz de Castro Laboreiro ou Igreja de Nossa Senhora da Visitação, localiza-se na freguesia de Castro Laboreiro, em Melgaço. Tem uma planta longitudinal com uma única nave.
    É um edifício da Idade Média, com características românicas, de paredes laterais maciças, com cinco volumosos contrafortes de reforço aos arcos interiores. A capela-mor é reentrante mas de igual pé direito que a nave. Junte à pilastra sul da fachada pode-se encontrar um relógio de sol. Conserva ainda uma curiosa pia batismal decorada românica. Está classificada como Imóvel de Interesse Público pelo IGESPAR desde 1993.
  • Igreja de Alvaredo
    A Igreja de Alvaredo ou Igreja de São Martinho, localiza-se na freguesia de Alvaredo, em Melgaço e é dedicada a São Martinho. Primitivamente era uma igreja com planta em cruz latina com uma só nave central. Sofreu uma derrocada na madrugada do dia 20 de Outubro de 1939 ficando com o telhado e parte das paredes demolidas. Foi reconstruída abrindo de novo ao culto em 1943, sendo-lhe acrescentada uma nave lateral do lado direito.
  • Igreja de Lamas de Mouro
    A Igreja de Lamas de Mouro ou Igreja de São João Baptista, localiza-se na freguesia de Lamas de Mouro, em Melgaço. É um edifício da Idade Média, com vestígios românicos que tinha por função ser o batistério das aldeias circundantes.
  • Igreja Matriz de Melgaço
    A Igreja Matriz de Melgaço situa-se na freguesia de Vila, concelho. É um edifício Românico do século XII, primitivamente designado de Igreja de Santa Maria da Porta, por se encontrar junto a uma porta da muralha do Castelo de Melgaço. Do traçado primitivo pouco resta, pois foi objeto de muitas remodelações ao longo dos tempos. O portal principal é formado por duas séries de colunas, adossadas nas reentrâncias, com capitéis decorados com motivos vegetalistas. A porta lateral norte apresenta uma arquivolta apontada, suportada por duas consolas, que sustentam um tímpano com uma figura de "leão" em alto relevo. No seu interior, na capela lateral esquerda possui um retábulo de finais do século XVI de António Figueiroa.
  • Capela de Nossa Senhora da Orada
    A Capela de Nossa Senhora da Orada localiza-se na freguesia de Vila, no concelho de Melgaço. Este templo pertenceu aos monges de Fiães até à extinção das ordens religiosas no país (1834). Encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 23 de junho de 1910. Características: Em estilo românico, em alvenaria de pedra, apresenta planta longitudinal. Internamente é dividida em uma só nave, com abside quadrada. Os traços românicos mais significativos encontram-se na fachada principal e nos modilhões nas cornijas.


Museus

  • Museu do Cinema de Melgaço
    O Museu do Cinema de Melgaço localiza-se na vila e concelho de Melgaço, no distrito de Viana do Castelo, em Portugal. Trata-se de um museu temático, dedicado à história do cinema. Encontra-se instalado em um edifício anteriormente ocupado pela Guarda Fiscal, e que foi adquirido para o efeito pela autarquia. Apresenta no piso inferior uma zona de exposição permanente, com um pequeno auditório. O piso superior é composto por espaços dedicados a exposições temporárias. A coleção foi doada pelo cinéfilo francês Jean Loup Passek, que dirigiu o departamento cinematográfico do Centro Georges Pompidou, em Paris, contando, ainda, com um vasto currículo ligado ao estudo e à divulgação da Sétima Arte, para além de ter sido também diretor do Festival de Cinema de La Rochelle. O museu abriu portas no dia 3 de junho de 2005. Em 2008 apresentou uma exposição dedicada a Federico Fellini.
  • Espaço Memória e Fronteira
    O Espaço Memória e Fronteira localiza-se na vila e concelho de Melgaço. Trata-se de um museu temático dedicado à história da vila, nomeadamente no tocante à emigração nas décadas de 1960 e 1970 e ao contrabando naquela região lindeira. Encontra-se instalado num edifício moderno, no local antes ocupado pelo matadouro municipal, remodelado e ampliado em 2007

Outros

  • Castelo de Melgaço

O Castelo de Melgaço localiza-se na freguesia de Vila, concelho de Melgaço. Principal defesa raiana do Alto Minho no século XII, constitui-se na sentinela mais setentrional de Portugal, no trecho onde o rio Minho inicia a sua função fronteiriça, vigiando a travessia para a Galiza.
Antecedentes
Não foram identificadas informações acerca da primitiva ocupação humana deste local.
O castelo medieval
O castelo medieval. A construção do castelo remonta a 1170, por determinação de D. Afonso Henriques (1112-1185). O primeiro documento, entretanto, a referir a povoação é a Carta de Foral que lhe foi passada pelo soberano em 1183 (e não 1181 como tem sido repetido em função de erro de transcrição), garantindo aos seus habitantes (por solicitação dos próprios) privilégios semelhantes aos que gozava o feudo galego de Ribadavia. A partir de então, a vila fronteiriça progrediu com rapidez, de tal forma que o primitivo castelo estaria concluído já no início do século XIII, dividindo-se os autores entre os anos de 1205 e de 1212, ano em que, juntamente com outras praças vizinhas, fez frente à invasão das forças do reino de Leão no contexto da disputa entre D. Afonso II (1211-1223) e suas irmãs. Contribuíram para esta campanha construtiva, além dos próprios habitantes e do apoio real, os recursos do Mosteiro de Longos Vales e do Mosteiro de Fiães. O seu filho e sucessor, D. Sancho II (1223-1248) deixou a cargo do Concelho a nomeação do alcaide, privilégio que, D. Afonso III (1248-1279), ao conceder à vila, em 1258, um segundo foral, reivindicou novamente para a Coroa. A construção da cerca da vila, iniciada em 1245 e cujo troço oeste foi concluído em 1263, inscreveu-se numa grande campanha de obras empreendida por este soberano, que atualizou as defesas do castelo, uma vez mais com o apoio do Mosteiro de Fiães. A placa epigráfica no portão principal, assinalando este último ano, registra as identidades do responsável pelos trabalhos, o alcaide Martinho Gonçalves, e o seu arquiteto, Fernando, Mestre de Pedraria. Em 1361 o trânsito entre Portugal e a Galiza deveria ser feito, obrigatoriamente, por Melgaço, dado revelador da sua importância, à época. No contexto da crise de 1383-1385, a vila e seu castelo seguiram a tendência do norte de Portugal, mantendo o partido de D. Beatriz. No início de 1387, governados por um alcaide castelhano, sofreram o assédio das tropas portuguesas sob o comando de D. João I (1385-1433), vindo a cair ao fim de uma denodada resistência de quase dois meses. Em 1492 Melgaço era um dos cinco únicos lugares da fronteira portuguesa facultados para ingresso dos judeus expulsos da Espanha (sefarditas). Ainda sob o reinado de D. Manuel, as defesas da vila e seu castelo encontram-se figuradas por Duarte de Armas (Livro das Fortalezas, c. 1509), integradas por três torres e duas portas.
A fortificação setecentista
No século XVII, no contexto da Guerra da Restauração da independência portuguesa, as defesas da vila sofreram obras de adaptação aos avanços da artilharia, recebendo linhas abaluartadas que envolveram o recinto medieval. Do século XX aos nossos dias. Encontra-se classificado como Monumento Nacional por Decreto publicado em 23 de Junho de 1910, tendo a muralha da vila sido classificada do mesmo modo, com publicação em 19 de Fevereiro de 1926. A intervenção do poder público, entretanto, só veio a se fazer sentir na década de 1960, mantendo as características construtivas do conjunto. Recentemente, com o desenvolvimento de projetos de valorização do núcleo histórico da vila, a torre de menagem do castelo foi requalificada como núcleo museológico, expondo os testemunhos obtidos pela pesquisa arqueológica.
Características
O castelo apresenta planta no formato circular, pouco vulgar no país, dividido em três recintos. As muralhas, onde se rasgam duas portas, são encimadas por ameias prismáticas e reforçadas por três torres, sendo a principal a que se encontra voltada para o núcleo urbano, de seção pentagonal. O conjunto é dominado pela torre de menagem. A torre de menagem apresenta planta de formato quadrangular, isolada ao centro do pátio de armas. Tanto ela quanto a muralha circundante, foram integralmente reconstruídas, depreendendo-se a sua característica românica apenas pelo desenho deste conjunto: uma sólida torre quadrada isolada no centro do recinto muralhado. A torre divide-se internamente em três pavimentos, iluminados por algumas frestas. O coroamento é feito por um remate em balcão com ameias, hoje requalificado como miradouro do museu arqueológico estabelecido nas dependências da torre. Com relação às portas, são duas: o portão principal, a oeste, de maiores dimensões, acede a praça de armas, na qual se abre uma cisterna, onde se localizaria a alcaidaria; e a porta da traição, a norte, de menores dimensões. Subsistem parte da barbacã diante da porta principal, e as torres que a flanqueavam uma das portas da cerca. Graças às recentes pesquisas arqueológicas, que colocaram a descoberto trechos expressivos da cerca gótica, podemos hoje fazer ideia do seu traçado original.

  • Castelo de Castro Laboreiro
    O Castelo de Castro Laboreiro, também referido como Castelo de Castro Laboreiro, localiza-se na vila e freguesia de Castro Laboreiro, concelho de Melgaço. Em posição dominante no alto de um monte, em terreno de difícil acesso entre as bacias do rio Minho e do rio Lima, está integrado no Parque Natural da Peneda-Gerês.
    Antecedentes
    A região encontra-se ocupada por humanos desde época pré-história, conforme o demonstram os monumentos megalíticos abundantes no planalto a nordeste de Castro Laboreiro.Embora não haja informações históricas abundantes, a ocupação deste sítio parece se ligar ao traçado das diversas estradas romanas que aqui possuíam pontes para a travessia dos rios da região (ribeiro de Barreiro, o rio Laboreiro, o rio Cainheiras, o rio do Porto Seco e outros).À época da Reconquista cristã da península Ibérica, Afonso III de Leão (848-910) doou o domínio de Castro Laboreiro, na primeira metade do século X, ao conde D. Hermenegildo, avô de São Rosendo, por este ter vencido Witiza, um chefe local que se havia revoltado. Durante o domínio do conde, o castro existente (e que lhe deu o nome) teria sido adaptado a castelo, voltando, posteriormente, ao domínio muçulmano.
    O castelo medieval
    Em 1141, D. Afonso Henriques (1112-1185) conquistou a povoação de Castro Laboreiro, fazendo reforçar a sua defesa (1145), que passava a integrar a linha fronteiriça dos domínios de Portugal. Embora se desconheçam os detalhes dessa defesa, ela estaria concluída, conforme inscrição epigráfica, sob o reinado de D. Sancho I (1185-1211). No início do reinado de D. Afonso III o castelo foi severamente danificado diante da invasão de tropas do reino de Leão (1212).Vila e sede de Concelho entre 1271 e 1855, Castro Laboreiro foi pertença do condado de Barcelos até 1834, bem como comenda da Ordem de Cristo desde 1319. Sob o reinado de D. Dinis (1279-1325), por volta de 1290, as suas defesas foram reconstruídas, quando assumiram a atual feição. Por esta época, a alcaidaria de Castro Laboreiro e a de Melgaço encontravam-se unidas, a cargo da família Gomes de Abreu, de Merufe. Posteriormente, sob o reinado de D. Fernando (1367-1383), o soberado doou esta alcaidaria a Estevão Anes Marinho. No século XIV, após a conquista de Melgaço, D. João I (1385-1433) utilizou Castro Laboreiro como base para deter as incursões das forças castelhanas oriundas da Galiza. O alcaide-mor Martim de Castro foi afastado de suas funções em virtude das queixas dos moradores da vila (1441). No início do século XVI, o castelo encontra-se figurado por Duarte de Armas, no seu Livro das Fortalezas (c. 1509), podendo-se observar as muralhas reforçadas por cinco torres de planta quadrangular. Ao centro, a torre de menagem, também de planta quadrangular, precedida por outra construção, com a cisterna a norte. Isolada, em plano inferior, a vila.
    Da Guerra da Restauração aos nossos dias
    Durante a Guerra da Restauração da independência portuguesa, Baltazar Pantoja conquistou o castelo de surpresa, após quatro horas de batalha (Maio de 1666). Tendo deixado como Governador da Praça D. Pedro Esteves Ricarte, este rendeu-se ao 3º conde de Prado, D. Francisco de Sousa. Desguarnecido a partir de 1715, entre 1766 e 1778 foi utilizado pelo conde de Bobadela, Governador das Armas da Província, para recolher homens e mulheres que se recusavam a apresentar os seus filhos para o serviço militar. Passaram por essa detenção cerca de 400 pessoas no período. No contexto da Guerra Peninsular, foi guarnecido por tropas e artilhado com quatro peças (1801). Com a paz, voltou a ser desguarnecido, iniciando-se o seu processo de abandono e ruína. No século XX, foi classificado como Monumento Nacional por Decreto publicado em 27 de Março de 1944. Posteriormente, na década de 1970 foram promovidos trabalhos de prospeção arqueológica, que revelaram testemunhos de ocupação do período da Alta Idade Média. Finalmente, entre 1979 e 1981 teve lugar uma pequena intervenção de limpeza e consolidação do monumento.
    Características
    Erguido no alto de um monte, na cota de 1.033 metros acima do nível do mar, apresenta planta aproximadamente oval, adaptada ao terreno, orientada por um eixo norte-sul. De arquitetura românica, apresenta padrões góticos expressos na integração de cubelos e pequenos torreões nos panos da muralha da alcáçova. O conjunto compreende dois núcleos: a norte, em plano mais elevado, o centro militar integrado pela torre de menagem no centro da praça de armas e pela cisterna. Em seus muros rasgam-se duas portas, a principal, a leste, denominada como Porta do Sol; a norte, a Porta da Traição, também denominada como Porta do Sapo. a sul, em plano inferior, um recinto secundário, delimitado por um pano de muralhas orientado no sentido leste-oeste. O acesso é feito por uma ponte em arco pleno sobre pés direitos. A sua função primitiva era a de recolher gado e bens em caso de ameaça, o que, segundo os estudiosos, é único no país e denota a importância da atividade pecuária na região.
  • Parque Termal do Peso
     Localizada num dos mais belos recantos do Norte português, o Parque Termal do Peso ou Estância Termal de Melgaço situa-se na freguesia de Paderne, lugar do Peso, em Melgaço. A história documentada das Termas foi iniciada com o primeiro registo no município de Melgaço em 1884. Em 1885, engarrafaram-se as primeiras águas, tendo Adriano Cândido Moreira solicitado, quatro anos depois, licença para a sua aplicação terapêutica. A água é mineralizada, gasocarbónica, bicarbonatada, cálcica/magnesiana e ferruginosa, com uma temperatura de 15°C e pH de 6. As termas de Melgaço estão indicadas no tratamento da diabetes de maturidade e hipercolesterolemia. Atualmente a exploração e engarrafamento de água é propriedade da Unicer que em 2007 engarrafou 116 mil litros de água, dos quais perto de um terço seguiu para exportação. A 24 de Setembro de 2009, a Câmara Municipal de Melgaço e a Unicer, através da empresa VMPS – Águas e Turismo, S.A., celebraram um Protocolo de Colaboração que visa a reabilitação e a reabertura da Estância Termal do Melgaço. No acordo, o Município de Melgaço ficou responsável pela gestão do parque termal até 2035 com possível prorrogação até 2045. No Verão de 2010 os espaços exteriores já estiveram em processo de melhoria e com funcionamento de um café. Em Janeiro de 2011 foi constituída a empresa "Cura Aquae - Termas de Melgaço E. M.", com 51 % do capital do município de Melgaço e o grupo de construção Casais, para a recuperação das termas. A fonte número 2 deverá ser transformada em museu termal. O balneário, atualmente em ruínas, deverá ser recuperado, mantendo a traça que o caracteriza, e a construção de uma piscina, alimentada pelas águas minerais. O objetivo é em Janeiro de 2013 entrar em funcionamento o SPA termal do Peso. A Unicer, por seu lado, mantém a exploração da unidade fabril, a concessão de exploração, captação e engarrafamento das águas minerais naturais gasocarbónicas de Melgaço, bem como a propriedade de todos os bens imóveis aí existentes.
  • Solar de Galvão
    O Solar de Galvão foi o primeiro solar a ser construído fora das muralhas de Melgaço, com a sua capela tendo como oráculo Santo António, padroeiro da família Castro e tendo sido concluído no séc. XVII. Tem formato (em T). De referenciar também o brasão da Família Castro, de Fornelos (Conde de Monsanto e Castros de Melgaço) que se encontra na fachada do Solar. O brasão que encima a capela reproduz os quatro costados dos Souzas, Castros, Lobatos e Soares de Tangil. O Solar já se encontra classificado como Imóvel de Interesse Municipal de Melgaço, pelo IGESPAR.